O futuro da rede social

O futuro da rede social

Eu conheci um mundo de diversas opções de buscadores, com particularidades para satisfazer todo tipo de freguês. Existia o Cadê, o Achei, Aonde, Altavista e até o Yahoo. E eis que surgiu um definitivo. Sem erros, demoras, mais preciso, ágil. Não precisaríamos mais de outro, pois havia chegado o Google.

Semana passada, quando soltei o assunto sobre o prazo de validade do Facebook, provoquei todos aqueles que gostam de ver a evolução acontecer, as mudanças. Eu respeito isso, afinal, também faço parte desse bolo. Curto (sem ironia) muito ver as coisas se movimentarem, é fato. Mas o que quis dizer, quando afirmei que o Facebook era a rede social definitiva, tem mais a ver com uma categoria do que com o próprio ciclo de vida da marca.

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Facebook tem prazo de validade?

Facebook tem prazo de validade?

Eu sei que falar do Facebook é chover no molhado. Está na moda. Tem até o filme, né? Mas a influência é tanta, a importância dele é tamanha, que vale soltar mais alguns pensamentos aqui. Questionamentos sobre a sua vida útil.

Lendo um artigo da Fast Company, estava tentando imaginar se o Facebook é somente mais uma transição das redes sociais ou se é a conclusão de todas elas, a definição. Seria o Facebook um equívoco popular? Mais um hype social internetês? Uma bolha para os investidores? Modinha temporária? Vivemos tantas mudanças que não conseguimos mais distinguir o que será definitivo e o que é temporário. Como o quase fim do Delicious, tão importante na minha vida.

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Afinal, o que dá pra personalizar?

Afinal, o que dá pra personalizar?

Há algum tempo , decidi aceitar um desafio interessante que é trabalhar com marketing direto, relacionamento, digital. Paralelo à extrema mudança que foi sair do interior do Paraná e vir para a grande São Paulo, essa transformação veio também na transição em me afastar um pouco das campanhas tradicionais de propaganda e me especializar na arte de customizar as conversas, estratégias, ações, mensagens, campanhas.

Mas aí vem a grande pergunta do título, que provavelmente, trouxe você até aqui. Quanto é que dá pra personalizar a comunicação? O que dá pra ser feito? Como botar em prática toda essa customização? E o que já está acontecendo nesse sentido? Read the rest of this entry »

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Psicologia na Propaganda

Psicologia na Propaganda

Quem (ainda) não viu a nova campanha da Nike, cliquem aqui embaixo.

O que essa propaganda tem de tão interessante, que merece um post? Tão simples? Quase besta, nem parece a Nike. Psicologia cognitiva. Mensagens curtas, mas marcantes, expressivos, geniais.

Mas o que é isso? Como assim? Read the rest of this entry »

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Colorização e a insanidade do consumo

Colorização e a insanidade do consumo

Ok, chega de hipocrisia. Se você reclama do excesso de cores do Restart e achou estranho eles levarem tudo no VMB, pode se acostumar, porque essa nova geração (que nem sei mais como chamar) adora tudo isso e estamos entrando nessa também. Duvida? Read the rest of this entry »

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Why so serious?

Why so serious?

Você deve estar lendo esse título e pensando: como assim? ficou louco? o que Batman – The Dark Knight está fazendo aqui? Pois bem, essa é a ideia. Quero brincar um pouco com a ficção pra compartilhar um pensamento sobre um jeito interessante de fazer as coisas. Vamos lá!

Imagine você, numa sala de reunião, fazendo brainstorm com o Coringa…


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E você, já pensou visualmente?

E você, já pensou visualmente?

O post de hoje veio da indicação da @carolmore, e vem de encontro com um antigo sonho, que tenho que admitir: já quis ser ilustrador, artista, desenhista. Sempre me interessei por expressar esse tipo de arte, mas faltou competência – talvez. Até pensei em comprar aquelas tablets pra rabiscar, fazer grafismos, novas texturas, patterns, essas coisas. Enfim, ainda bem que as coisas foram caminhando para um outro lado e voltei pra minha realidade de planejar, pensar, entender o comportamento das pessoas, do mercado, etc.

Mas uma coisa que aprendi com o tempo foi que dava pra unir o útil ao hobby, ou se quiser, ao agradável. E deram até nome pra isso: visual thinking, ou aportuguesando a expressão, pensar visualmente. Read the rest of this entry »

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Epílogos, sneak peeks, extras…

Epílogos, sneak peeks, extras…

Não costumo me pautar por sazonalidades, acho que foge um pouco do propósito da coluna (Outside). Mas hoje vou comentar um pouco sobre um assunto interessante que vale um pouco de atenção e observação da nossa parte.

Cada dia mais valorizamos ações extras, extensões daquilo que gostamos, somos fãs, adeptos, devotos, ou como queiram chamar. Star Wars é o exemplo mais recente. Read the rest of this entry »

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A invasão dos nerds

A invasão dos nerds

Você lembra do mIRC? Windows 3.11? já jogou Top Gear? assistiu a estreia do Matrix? ficou louco com o (não) final de Caverna do Dragão? jogou RPG? leu todos Os Senhor dos Anéis? sabe o que significa 4-8-15-16-23-42? curte Weezer? lê quadrinhos? é louco por animes? Óculos fundo de garrafa, vício em produtos culturais, camisa xadrez enfiada na calça justa, tímidos, introvertidos, inocentes; eles não tinham muitos amigos, viviam trancados em casa fazendo coisas estranhas, jogos difíceis. Dá uma olhadinha nas redes sociais dessa galera agora. Anti-sociais?

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Um estímulo à observação (e imaginação)

Um estímulo à observação (e imaginação)

Fotografias saturadas, com luzes brilhantes, espontâneas, com movimento, bastante expressão, “sombras internas”, tiradas na altura do quadril, que transmitem situações inusitadas do cotidiano. Despretensiosas porém reveladoras. Analógicas, mas completamente ao avesso dos grandes passos tecnológicos que tentamos acompanhar. Uma fuga desse futurismo atual, tentando resgatar o ponto de vista nostálgico das belezas diárias.

Essas são algumas das características da Lomografia, uma técnica, um movimento artístico, uma cultura urbana, que através da utilização de câmera Lomo, produzem verdadeiros “voyeurs do cotidiano”.

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