As redes sociais viraram de cabeça pra baixo?

As redes sociais viraram de cabeça pra baixo?

Vamos lá, vou começar com uma frase que li no blog do @tdoria:

“Quando as pessoas me perguntam qual o maior nome na música, elas querem que eu diga Apple. Eu geralmente respondo: YouTube”

- ela foi dita por Tom Silverman, co-criador da New Music Seminar, sobre o uso cada vez mais comum do Youtube como playlist de música [fato]. Haja visto uma dica que recebi pelo @jampa no Twitter há um tempinho atrás: Youtube Disco – vale a pena conferir. Inclusive quero me aprofundar num assunto aberto pelo próprio Tiago Dória, no seu blog.

Vamos abrir o leque um pouco mais… Read the rest of this entry »

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Ser polêmico ou politicamente correto?

Ser polêmico ou politicamente correto?

No processo de definir um posicionamento, buscar parâmetros de diferenciação, caçamos diariamente caminhos nas histórias dos clientes, na linha do tempo de suas marcas, nas aspirações dos seus consumidores, e às vezes até na cara das suas embalagens; e quando não encontramos mais histórias, até inventamos algumas.

Engraçado é que, quando somos chamado pra “criar algo novo”, “inovar”, “fazer algo jamais pensado”, ou “uma campanha diferente”, vem aquele puta medo de, será mesmo que o cliente vai apostar nisso? será que ele está sendo claro? não seria essa proposta uma blefe, um teste? será que ele não vai dar pra trás? Read the rest of this entry »

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Inspirador da indústria do consumo

Inspirador da indústria do consumo

Existe um elemento emocional, considerado forte tendência cultural, que inspira modistas, publicitários, arquitetos, músicos, produtos, photoshopers, roteiristas e artistas do mundo todo a criar o diferente, ou melhor, a mesma coisa do passado: a nostalgia.

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s. f. Tristeza e abatimento mais ou menos profundos causados pelo afastamento de lugares, pessoas ou coisas que se amam e pelo desejo de as tornar a ver.

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Expressão é uma ferramenta

Expressão é uma ferramenta

Se existe uma fonte inesgotável de expressão cultural, é a cabeça das pessoas. Ainda mais poderosa, quando alia todo esse potencial criativo ao ambiente urbano, à rotina.



Um RSS que me deixa de queixo caído a cada atualização é o Wooster Collective, que faz um compilado de artististas de rua do mundo todo. Arte na areia, paredes, muros, em prédios, arte de papel, no papel, na calçada, no prédio, no galpão… cada um com seu objetivo, seu posicionamento, sua atitude, seu propósito. Expressão mútua, abertura de conversas (o que significado isso?) – lembra alguma coisa, planners? Read the rest of this entry »

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Quando as conversas se transformam em cultura

Quando as conversas se transformam em cultura

É um sonho para todo publicitário (e/ou planner) ver as pessoas falando da sua campanha, cantarolando aquele jingle divertido ou repetindo o slogan feito sob medida para tal marca. Melhor ainda, ver as pessoas se engajando no projeto, estampando camisetas, comprando a ideia da promoção, participando da mensagem – vulgo retuíte – e espalhado as ideia para seus amigos; fazendo dos diálogos, consumo popular.
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A melhor propaganda da Coca-Cola na copa africana

A melhor propaganda da Coca-Cola na copa africana

Novamente, estamos respirando esse grande fenômeno da globalização. Um grande evento ao som das (irritantes) vuvuzelas africanas. Copa do Mundo serve para inspirar as marcas. Todo mundo adora fazer propaganda pra zoar os argentinos, associar suas marcas a jogadores, treinadores da seleção. Patrocinar o time canarinho então, é um luxo! Nada contra essas decisões estratégicas altamente criativas, muito pelo contrário. Até me divirto com propagandas como essa aqui abaixo. Apesar de achar ações como a da Heineken, muito mais interessante – mesmo não se tratando de Copa.

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A lição de Lost

A lição de Lost

Tá, eu sei que já falaram muito desse assunto em vários blogs do gênero. Mas talvez não com o nosso ponto de vista – de publicitários. Esta série é um produto a ser analisado, tem elementos que devem ser discutidos e colocados como reflexão. Quando se envolve com Lost, as pessoas entram em grandes discussões, se envolvendo completamente. Tem assunto pra uma vida inteira (ou pra várias). E o que quero discutir aqui, é exatamente isso: por que é tão interessante? Por que é tão intrigante e envolvente?

Antes de começar a acompanhar a série, tentei conhecer um pouco da cabeça do criador e produtor: JJ Abrams. Assisti Cloverfield e Star Trek, e vi que lá tinham ferramentas interessantes. Foi então que topei com essa palestra dele no TED:

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Neoplanner (?)

Neoplanner (?)

A partir de hoje, vai fazer parte da minha pauta semanal contribuir com um pouco da minha (recente mas intensa) experiência na área de Planejamento no CHMKT. Vou buscar oferecer a vocês um apoio no aprimoramento ao repertório – item tão relevado por alguns dos profissionais entrevistados na sessão “Dicas para trabalhar numa boa agência”, como o Pedro Cruz tão bem levantou.

Certamente, vocês não me conhecem. Por isso antes de qualquer coisa, vou me apresentar: não sou um dos planners que figuram nas grandes agências das capitais, nem atendo a marcas que anunciam campanhas milionárias que veiculam nacionalmente todo mês. Meu nome é Arthur César, sou de Maringá-PR, tenho 24 anos, dou algumas aulas de Planejamento para Pós-Graduação, e também para aquelas clássicas graduações de Publicidade & Propaganda. Sou head de planejamento da Jump – uma das grandes agências paranaenses. Atendo a mais de 20 clientes de diferentes estilos, de concessionárias à enormes laboratórios farmacêuticos; desafios de todos os jeitos. E o trabalho que mais me orgulho é este aqui. Read the rest of this entry »

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Batom e seu (bizarro) brinde

Batom e seu (bizarro) brinde

Será que a Batom realmente teve essa intenção? Espero que não – mas aconteceu. Fizeram uma caneta, que tira a ponta, e vibra, ou seja… abre várias interpretações; e é claro, cai na boca do povo. Esse vídeo já tem 40 mil visualizações; já está disseminado, e tenho certeza que esse número ainda vai crescer.

Será que a marca pensou na possibilidade de seu brinde ser mal recebido? Será que foi pura inocencia? Ou jogada de marketing, tentando ser inovador, ousado, diferente, estratégico, ou sei lá, jogando uma puta mensagem subliminar na nossa cara. Se for pensar no (real) target dos ovos de páscoa – erraram feio. Mas se a intenção era mesmo ousar, podia ter elementos mais adultos né; talvez o preço, sei lá, e até nem ser vendido no mercado. Manda isso pra sex shop! Read the rest of this entry »

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Got planning?

Got planning?

Faz algum tempo já que não dou as caras por aqui. Recesso esse devido ao grande volume de trabalhos – mas isso também não é desculpa. Na verdade eu precisei de um tempinho pra me concentrar em alguns projetos pessoais e profissionais, além de dar um tempo pra descansar essa intensa vida online. Afinal, são pelo menos 16 horas online por dia; uma hora desgasta, né?

O fato é que agora estou de volta, com novidades, e muito conteúdo interessante pra compartilhar aqui. Um dos assuntos que vou falar muito daqui pra frente são as aulas que estou dando todas semanas, sobre planejamento. Serão 10 aulas já programadas, que contam um pouco daquilo que o planejador faz na prática (sem lero-lero). Do diagnóstico à construção do brief. Do argumento à campanha. E é claro, vou falar também um pouco do show; da apresentação de campanha ao cliente. Mão na massa mesmo.

É isso. De volta à produção de conteúdo, novos projetos, compartilhamento de novas ideias, além do acompanhamento das polêmicas populares e da propaganda. ;)

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